Turismo, movimentos sociais e patrimônio cultural na cidade São Paulo/SP

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DOI:

https://doi.org/10.14210/rtva.v24n2.p340-359

Palavras-chave:

Turismo, movimentos sociais, patrimônio cultural, São Paulo

Resumo

Em São Paulo é possível observar grupos que pleiteiam direitos por meio de ocupações de espaços públicos. No ano de 2020 a cidade (e todo contexto planetário) viveram a incidência da pandemia da COVID-19, a qual provocou uma crise sanitária sem precedentes afetando também profundamente o espaço público e as atividades de turismo. Neste sentido, e diante deste contexto, esta pesquisa objetiva analisar as narrativas construídas por movimentos sociais, coletivos e ativistas a respeito da cidade, e como estes grupos têm agenciado o turismo em seus discursos e práticas. Esta pesquisa se estrutura como um trabalho exploratório, descritivo e interpretativo com base em referencial teórico e metodológico da antropologia urbana. Por meio de incursões etnográficas têm possibilitado compreender a complexa articulação de ativistas, coletivos e movimentos sociais e como estes têm agido em relação a muitas atividades, entre tantas, o turismo. Mediante a muitos encontros destes grupos sociais e toda sua construção dialógica de saberes sobre a cidade e o turismo, tendo em vista também suas influências históricas de movimentos sociais em seus territórios, percebe-se a existência de uma multiplicidade de ideias, práticas e projetos, produzindo percepções distintas sobre a atividade de turismo na cidade.

Biografia do Autor

Paulo Tacio Aires Ferreira, Universidade de São Paulo.

Programa de Pós-Graduação em Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades.

Reinaldo Tadeu Boscolo Pacheco, Universidade de São Paulo.

Programa de Pós-Graduação em Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades.

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Publicado

2022-06-02

Edição

Seção

Artigos