UMA ANÁLISE DA ESTRUTURA POLICIAL BRASILEIRA À LUZ DAS TEORIAS DE HANNAH ARENDT E GIORGIO AGAMBEN

Autores

  • Antonio Leal de Oliveira Universidade Vila Velha/ES
  • Gabriel Vasconcellos Brito Dantas Universidade Vila Velha/ES

DOI:

https://doi.org/10.14210/rdp.v8n3.p1930-1960

Palavras-chave:

Polícia, Biopolítica, Estado de Exceção.

Resumo

Procurou-se neste artigo analisar as origens históricas da polícia militar brasileira e a forma como esta reforçou seus laços com o Estado ao longo dos anos. O fenômeno da biopolítica e a figura do estado de exceção são invocados para corroborar a ideia do relacionamento privilegiado da polícia com o Estado. Enquanto isso, o constante uso do aparelho policial militarizado pelo ente estatal e a forma como confronta incisivamente a população pretendem demonstrar as reais intenções do sistema que vigora no Brasil: um Estado Patrimonialista onde os membros da máquina política governam antes para si que para o bem comum, e com o uso do corpo policial tornam a sua estadia no aparelho estatal permanente.

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Como Citar

DE OLIVEIRA, A. L.; BRITO DANTAS, G. V. UMA ANÁLISE DA ESTRUTURA POLICIAL BRASILEIRA À LUZ DAS TEORIAS DE HANNAH ARENDT E GIORGIO AGAMBEN. Revista Eletrônica Direito e Política, [S. l.], v. 8, n. 3, p. 1930–1960, 2014. DOI: 10.14210/rdp.v8n3.p1930-1960. Disponível em: https://periodicos.univali.br/index.php/rdp/article/view/5435. Acesso em: 14 jun. 2024.

Edição

Seção

Artigos