PROTECCIÓN INTEGRAL INFANTOJUVENIL EN LA SOCIEDAD DE LA INFORMACIÓN BAJO UNA PERSPECTIVA BIOÉTICA
DOI:
https://doi.org/10.14210/nej.v31n2.p149-176Palabras clave:
Sociedad digital, Protección integral, Vulnerabilidades, Infantojuvenil, BioéticaResumen
Contextualización: El presente artículo analiza los impactos negativos derivados de las profundas transformaciones sociales impulsadas por las revoluciones tecnológicas, específicamente en niños y adolescentes. La exposición indiscriminada al entorno digital y a las redes sociales se refleja directamente en el aumento de los registros de problemas de salud mental, exigiendo una reflexión bioética contemporánea.
Objetivos: El estudio tiene como objetivo identificar los efectos nocivos de las plataformas digitales y sus causas, buscando asegurar el deber de protección integral infantojuvenil. Se cuestiona la actuación estatal y la eficacia de la regulación existente para el uso de instrumentos tecnológicos, evaluando su impacto tanto en el contexto brasileño como en el escenario internacional.
Método: La investigación se clasifica como inductiva cualitativa, partiendo de un análisis específico hacia una comprensión macroscópica. La metodología se basó en una revisión bibliográfica y documental en libros, revistas científicas y bases legislativas. Se adoptó un enfoque multidisciplinar que integra las dimensiones jurídica, filosófica, bioética, neurológica y psicológica.
Resultados: Los resultados demuestran que la actuación estatal se limita a debates regulatorios superficiales, operando por debajo de las necesidades sociales urgentes. Se evidencia que los instrumentos jurídicos vigentes ya son legítimos y suficientes para garantizar estos derechos fundamentales. El desafío reside en la implementación efectiva del marco jurídico establecido, lo que requiere una voluntad política genuinamente comprometida con la ética y la protección de la salud mental de los menores.
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