LA DIMENSIÓN TECNOLÓGICA DE LA SOSTENIBILIDAD Y UNA NUEVA PERSPECTIVA SISTÉMICA Y HERMENÉUTICA PARA EL DESARROLLO DE UNA INTELIGENCIA ARTIFICIAL CONFIABLE
DOI:
https://doi.org/10.14210/rdp.v20n3.p453-482Palabras clave:
Daño no patrimonial, Indemnización del daño, Instrumentos compensatorios alternativosResumen
Contextualización: El estudio se justifica frente al avance vertiginoso de la inteligencia artificial en los diversos dominios de la vida humana, con reflejos y condicionamientos sobre los individuos, las culturas y las formas de organización social, de modo que aporta a las transformaciones globales en curso en los distintos ámbitos de la vida y tiene el potencial de moldear el futuro. El texto se articula de la siguiente manera: en un primer plano, se busca comprender el paradigma de la sostenibilidad, la perspectiva sistémica y la nueva hermenéutica que introduce el análisis de los múltiples fenómenos sociales; en seguida, se investiga más directamente una de las dimensiones de la sostenibilidad, la llamada dimensión tecnológica, aclarando los fundamentos que justifican tratarla como una dimensión propia, presentando las cuestiones y los problemas suscitados por la tecnología que delinean el campo de reflexión y crítica hacia el cual se dirige más directamente su significado; por último, se analiza el desarrollo de la inteligencia artificial y las condiciones de posibilidad para que sea beneficiosa para los individuos y las sociedades, momento en el que se responde a la hipótesis planteada.
Objectivos: demostrar que la dimensión tecnológica de la sostenibilidad consiste en una nueva perspectiva sistémica y hermenéutica para el desarrollo de una inteligencia artificial (IA) confiable.
Método: Con el fin de alcanzar el propósito establecido, se eligieron el método inductivo y las técnicas de la investigación bibliográfica, de la categoría y del referente.
Resultados: se concluye que la dimensión tecnológica de la sostenibilidad constituye una matriz conceptual propia y adecuada para construir una nueva perspectiva sistémica y hermenéutica en relación con la inteligencia artificial (IA), dotándola de confianza y centralidad en los seres humanos.
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