BIEN VIVIR, SOSTENIBILIDAD Y MOVILIDAD SEGURA PARA LAS MUJERES
DOI:
https://doi.org/10.14210/rdp.v26n2.p287-303Palabras clave:
Buen Vivir, Equidad de Género, Movilidad Urbana, SostenibilidadResumen
Contextualización: La movilidad urbana segura, desde la perspectiva de los derechos fundamentales de las mujeres, enfrenta obstáculos estructurales derivados de las múltiples formas de violencia de género presentes en el transporte público. Las mujeres negras, periféricas y de bajos ingresos constituyen la mayoría de las usuarias del sistema y, al mismo tiempo, son las más vulnerables a las violencias física, simbólica e institucional.
Objetivo: El objetivo general es analizar los límites de las políticas actuales de transporte público frente a las directrices de la Nueva Agenda Urbana y proponer alternativas basadas en la sostenibilidad social y en el paradigma del buen vivir, concebido como un proyecto ético-político orientado por la equidad de género y la justicia urbana.
Metodología: La metodología adoptada es de carácter investigativo, basada en revisión de literatura especializada, análisis de documentos normativos y datos empíricos producidos por agencias especializadas.
Resultados: El modelo actual de transporte público, tal como está estructurado, reproduce patrones patriarcales y excluyentes, lo que exige una profunda reformulación de las políticas de movilidad colectiva. La construcción de una movilidad urbana verdaderamente segura, accesible y justa requiere la adopción de un nuevo paradigma de ciudadanía, centrado en el buen vivir de las mujeres y en la formulación de políticas públicas interseccionales y equitativas.
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