LA APLICACIÓN DE LA LEY NO PUEDE SER CUESTIÓN DE SUERTE
DOI:
https://doi.org/10.14210/rdp.v21n1.p193-212Palabras clave:
Arbitrariedad, Positivismo normativo, Teoría del Derecho, Jeremy Waldron, Hermenéutica jurídicaResumen
Contextualización: En tiempos de ilegalidad y en nombre de la preservación de la democracia, la ley puede ser un instrumento de arbitrariedad. Partiendo de una conexión entre derecho y democracia, Jeremy Waldron buscó establecer la premisa de que la aplicación del derecho no puede ser una cuestión de suerte. Por el contrario, un derecho que se pretende democrático debe ser predecible, no arbitrario y aplicarse de tal manera que las reglas del juego existan y sean las mismas para todos (justicia/ecuanimidad).
Objectivos: ¿En qué medida este pensamiento puede vincularse al pensamiento de Lenio Streck, jurista que fundó, en Brasil, la Crítica Hermenéutica del Derecho? Esto es lo que buscamos establecer en esta contribución, sugiriendo que la decisión como acto de voluntad, retratando la conciencia del juez, debe ser reemplazada por una interpretación que respete los límites semánticos del texto, que contribuya a un derecho cuya aplicación no implica que el ciudadano/jurisdicdo dependa de la suerte.
Método: Se utiliza el método de investigación deductivo, utilizando como base teórica los estudios del (post)positivismo, la teoría de la crítica hermenéutica del derecho y la revisión bibliográfica de los principales textos de Jeremy Waldron.
Resultados: Se concluye que es necesario respetar los acuerdos legítimamente previstos en la legislación, sin una aplicación subjetivista del orden, situación que convertiría al destinatario de la interpretación oficial en rehén del destino. Asimismo, no es permisible trasladar la discusión política al ámbito judicial ya que representa un camino peligroso hacia la arbitrariedad.
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